O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou como “operação brilhante” a ação militar conduzida neste sábado (3/1) em várias regiões da Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro. A declaração foi feita em conversa telefônica com o The New York Times.
“Planejamos tudo com muito cuidado, contamos com tropas excepcionais e pessoas extraordinárias. Foi, de fato, uma operação brilhante”, afirmou o presidente norte-americano.
Ofensiva e captura
De acordo com Trump, o governo dos EUA retirou Maduro do território venezuelano. A informação foi publicada pelo republicano em sua rede social Truth Social. Uma coletiva de imprensa está marcada para as 13h (horário de Brasília) desta sábado para detalhar a operação.
Alerta a cidadãos norte-americanos
A Embaixada dos Estados Unidos em Bogotá informou estar ciente das explosões registradas em Caracas e recomendou que cidadãos norte-americanos não viagem à Venezuela por nenhum motivo, além de evitarem as fronteiras do país com Colômbia, Brasil e Guiana.
Tensões pré-existentes
Desde o início da ofensiva militar, conduzida sob o argumento de combate ao tráfico internacional de drogas, Maduro tornou-se o principal alvo de Washington. O líder venezuelano é apontado pelo governo norte-americano como chefe do Cartel de los Soles, recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
Imagem: Internet
Reação de Caracas
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, informou que o paradeiro de Maduro e da primeira-dama Cilia Flores é desconhecido e exigiu prova de vida imediata. “Diante dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata”, disse.
Em comunicado, o governo venezuelano repudiou a “grave agressão militar” dos EUA contra alvos civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Com informações de Metrópoles

