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Transparência Internacional reage às críticas de Gilmar Mendes e nega irregularidades

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A Transparência Internacional publicou nota oficial na terça-feira (21) em que repudia o que chamou de “ataque virulento” desferido pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante sessão plenária realizada em 15 de outubro de 2025.

No julgamento, Mendes afirmou que a entidade seria “cúmplice” da força-tarefa da Lava Jato em supostos abusos cometidos no sistema penal. A organização respondeu que qualquer acusação de ter recebido ou administrado recursos de acordos de leniência “já foi categoricamente refutada” por diferentes órgãos públicos, entre eles o Ministério Público Federal, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

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Nota destaca falta de provas

O comunicado lembra que, desde 2019, o ministro repete as alegações e que elas são feitas “sem oportunidade de defesa” e “em termos incompatíveis com o decoro judicial”. A entidade acrescenta que o episódio ocorre enquanto ainda tramita, no STF, investigação aberta em fevereiro de 2024 por determinação do ministro Dias Toffoli para apurar suposto desvio de recursos públicos ligados à operação Lava Jato.

Segundo a Transparência Internacional, a PGR solicitou o arquivamento do inquérito em outubro de 2024 e novamente em janeiro de 2025, alegando ausência de provas e falta de competência da Corte, mas o procedimento permanece ativo.

Declaração do presidente global

No texto, o presidente da organização, François Valérian, declarou que “tentativas de intimidar ou desacreditar quem combate a corrupção apenas reforçam nossa determinação de defender transparência, justiça e responsabilização no Brasil e no mundo”.

A nota também cita relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que descreveu a investigação como exemplo de possível criminalização de defensores de direitos humanos.

Por fim, a Transparência Internacional afirmou manter “confiança no Judiciário brasileiro” e garantiu que continuará atuando contra a corrupção e em defesa do espaço cívico.

Com informações de Gazeta do Povo

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