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Dias Toffoli abandona relatoria do inquérito do Banco Master; processo será redistribuído no STF

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O ministro Dias Toffoli informou na noite desta quinta-feira (12) que deixará a relatoria do inquérito que apura supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. O caso será redistribuído ainda hoje a outro integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em nota conjunta, os dez ministros que compõem a Corte descartaram a existência de suspeição ou impedimento de Toffoli e manifestaram apoio ao colega. O comunicado destaca a “plena validade” dos atos praticados pelo magistrado tanto no processo principal quanto nos procedimentos vinculados.

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O presidente do STF, Edson Fachin, convocou reunião de emergência após a Polícia Federal ter entregue nesta semana relatório sobre dados do celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Master, que menciona o ministro. O primeiro encontro durou 2 horas e 15 minutos no gabinete da Presidência; a segunda etapa, 30 minutos. Ao deixar o tribunal, Toffoli classificou o clima como “excelente”.

Segundo a manifestação oficial, a saída de Toffoli ocorreu por iniciativa própria, amparada no artigo 21, inciso III, do Regimento Interno do STF, “para o bom andamento dos processos”. A Polícia Federal teria identificado conversas do ministro com Vorcaro, incluindo referências a pagamentos e a um convite para festa. Toffoli nega qualquer vínculo com o banqueiro e afirma que as menções são “ilações”.

Pela manhã, o ministro confirmou ser sócio, juntamente com os irmãos, da empresa Maridt, que detinha participação no resort Tayaya, em Ribeirão Claro (PR). As cotas, explicou, foram vendidas em 2021 ao Fundo Arleen e, em 2025, à PHD Holding. O Arleen possuía investimentos de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e investigado por fraudes no mercado financeiro.

A nota de apoio foi assinada por Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O documento também determina a extinção do procedimento em que se discutia a possível suspeição de Toffoli, antes da remessa dos autos ao novo relator.

Com informações de Gazeta do Povo

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