','

'); } ?>

Tarcísio diz que “missão foi cumprida” ao garantir urgência da anistia na Câmara

Publicidade

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou na noite desta terça-feira (16) ter alcançado seu “objetivo” na articulação do projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, texto que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o governador, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve levar à votação nesta quarta-feira (17) o requerimento de urgência da proposta, decidido durante reunião do colégio de líderes. “Falei com alguns líderes e presidentes de partido, e o objetivo era justamente esse: pautar a urgência para amanhã. O esforço que tinha que ser feito, foi feito”, declarou.

Publicidade

Tarcísio passou a atuar diretamente pela aprovação da matéria no início do julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), quando esteve em Brasília para discutir o tema com parlamentares. Aliados do ex-mandatário defendem uma anistia “ampla, geral e irrestrita”, enquanto o governo Lula (PT) resiste à proposta. No Senado, o presidente Davi Alcolumbre (União-AP) elabora uma versão considerada “anistia light”.

Na segunda-feira (15), o ministro Gilmar Mendes afirmou que a iniciativa é ilegítima e inconstitucional, acrescentando confiar que Motta e Alcolumbre respeitarão a ordem institucional.

Tarcísio havia planejado voltar a Brasília na última segunda-feira, mas cancelou a viagem. Em vez disso, pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para visitar Bolsonaro; o encontro foi marcado para 29 de setembro.

Mais cedo, Moraes enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido do deputado Rui Falcão (PT-SP) para investigar Tarcísio por suposta tentativa de obstrução de Justiça ao articular a anistia durante o julgamento. A PGR tem cinco dias para emitir parecer.

No último dia 11, a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado; outros sete réus considerados parte do “núcleo crucial” também foram sentenciados.

Com informações de Gazeta do Povo

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *