Brasília – A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o ministro Dias Toffoli da relatoria do inquérito que investiga o Banco Master, anunciada em 13 de fevereiro de 2026, às 17h27, provocou novo embate interno na Corte e reações no meio jurídico.
A medida ocorreu depois que a Polícia Federal apontou indícios de envolvimento de Toffoli no caso. Sem declarar suspeição ou impedimento formal, o plenário optou por deslocar o processo para outro ministro, solução contestada por especialistas que citam o princípio da indeclinabilidade da jurisdição.
O episódio foi tema do podcast “15 Minutos”, da Gazeta do Povo, que discutiu a legalidade da decisão, a relação de empresas citadas no inquérito com autoridades e o impacto institucional do afastamento.
Repercussão entre juristas
Advogados e professores de direito criticaram a saída de Toffoli sem reconhecimento expresso de impedimento, classificando a iniciativa como precedente perigoso para a credibilidade do Judiciário.
Possíveis desdobramentos
Nos bastidores do STF, há expectativa de que relatórios envolvendo outros ministros também sejam enviados pela Polícia Federal, o que poderia ampliar a crise de confiança na Corte.
Pressão política
No Congresso, parlamentares articulam a convocação de Toffoli para depor na CPI que investiga o Banco Master logo após o carnaval. Já a CPMI responsável pelo tema requereu a devolução de dados sigilosos entregues ao ministro antes de seu afastamento.
Com informações de Gazeta do Povo

