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STF libera Daniel Vorcaro de obrigação de depor na CPI do Crime Organizado

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (3) que a presença do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na CPI do Crime Organizado é facultativa.

A oitiva está marcada para amanhã, quarta-feira (4). Apesar disso, o empresário já indicou que pretende comparecer apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, onde tem depoimento agendado para a próxima terça-feira (10).

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Investigado pela Operação Compliance Zero

Vorcaro é alvo da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação faz referência à ausência de controles internos das instituições investigadas para coibir gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Condições de deslocamento

No despacho, Mendonça retirou a obrigatoriedade de comparecimento e estabeleceu regras caso o banqueiro escolha ir à CPI. O transporte deverá ser feito pela Polícia Federal, em aeronave da própria corporação ou voo comercial. O uso de avião particular está vetado.

Determino que a Polícia Federal fixe as condições logísticas do transporte e do retorno ao local de custódia, em aeronave da própria instituição ou comercial de carreira, com segurança e vigilância contínua policial por meio de escolta apropriada, sendo vedado o deslocamento em qualquer aeronave particular”, registra a decisão.

Convocação da CPI

Na semana passada, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimento que convocava Vorcaro, o que tornava sua presença obrigatória. A nova determinação do STF, porém, transforma o chamado em convite.

Decisão semelhante

No mês passado, Mendonça já havia adotado postura idêntica, tornando opcional a ida de Vorcaro à CPMI do INSS e à própria CAE. O depoimento na CPMI estava previsto para 23 de fevereiro, mas não ocorreu.

Com a decisão desta terça-feira, caberá ao banqueiro definir se irá ou não ao colegiado que investiga o crime organizado.

Com informações de G1

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