Manter plantas saudáveis em ambientes internos ganhou reforço tecnológico. Sensores inteligentes, como os vendidos por fabricantes Xiaomi e Gardena, monitoram em tempo real as condições do vaso e enviam alertas ao celular do morador, facilitando o cultivo em apartamentos de metragem reduzida.
Como funcionam os sensores
Instalados diretamente no substrato, os dispositivos realizam medições contínuas e repassam os dados via Bluetooth ou Wi-Fi. Entre os parâmetros avaliados estão:
Umidade do solo – Evita regas em excesso ou escassez.
Fertilidade – Sensores de condutividade elétrica indicam a quantidade de nutrientes disponível.
Luminosidade – Mostra se a espécie recebe luz suficiente.
Temperatura – Aponta se o ambiente está adequado ao desenvolvimento da planta.
Aplicativo cria diário do jardim
As informações coletadas são repassadas para um aplicativo que mantém histórico das medições e cruza os dados com um banco de espécies. O sistema ajusta limites de alerta conforme o tipo de planta, permitindo cuidados precisos mesmo para quem tem rotina corrida.
Modelos disponíveis
O mercado oferece três níveis de complexidade:
Monitor básico (exemplo: Xiaomi Mi Flora) – Conexão Bluetooth; mostra luz, umidade, temperatura e fertilidade no smartphone.
Sistema de irrigação smart (exemplo: Gardena) – Conexão Wi-Fi com gateway; além do monitoramento, aciona rega automática, útil para quem viaja com frequência.
Indicador visual simples – Dispositivo analógico que muda de cor conforme a umidade, opção voltada a iniciantes.
Tendência de integração à casa conectada
O avanço da Internet das Coisas promete tornar os sensores quase invisíveis. Já há vasos autoirrigáveis integrados a assistentes virtuais que permitem consultar o estado da planta com comandos de voz. A proposta é eliminar a adivinhação na jardinagem doméstica e preservar a vegetação que ajuda na qualidade do ar e na decoração de espaços reduzidos.
Com informações de Olhar Digital

