Brasília – O Senado aprovou na noite de quarta-feira (13) a recondução de Paulo Gonet ao cargo de procurador-geral da República por mais dois anos. A indicação passou com 45 votos favoráveis e 26 contrários, margem mínima desde a redemocratização. Eram necessários 41 votos (maioria absoluta). A votação ocorreu em sessão secreta, o que impede a identificação de como cada parlamentar se posicionou, mas permite saber quem não registrou voto.
Quem não votou
Dez senadores não participaram da deliberação:
- Giordano (MDB-SP) – cumpria atividade parlamentar;
- Irajá (PSD-TO) – cumpria atividade parlamentar;
- Magno Malta (PL-ES) – em licença de saúde;
- Wellington Fagundes (PL-MT) – ausente;
- Cid Gomes (PSB-CE) – ausente;
- Mara Gabrilli (PSD-SP) – ausente;
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO) – ausente;
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) – ausente;
- Paulo Paim (PT-RS) – ausente;
- Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) – estava em plenário, mas não registrou voto.
Votação secreta
Por se tratar de indicação de autoridade, o processo foi secreto. O painel eletrônico do Senado mostra apenas se o senador votou ou ficou em branco, sem revelar se o voto foi a favor ou contra a recondução.
Mesmo com o placar apertado, Gonet garantiu novo mandato e deve permanecer à frente da Procuradoria-Geral da República até 2027.
Com informações de Gazeta do Povo

