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Senado mantém sob sigilo dados de WhatsApp e finanças de Daniel Vorcaro, apesar de pedido da CPMI do INSS

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Brasília – A Advocacia do Senado não atendeu à solicitação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS para liberar os dados sigilosos do empresário mineiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. As informações continuam sob a guarda do presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

O material inclui a quebra de sigilo telemático enviada pela Meta – detalhando contatos e grupos de WhatsApp de Vorcaro – e registros de suas movimentações bancárias. Relatórios apontam faturas de cartão de crédito que chegam a R$ 2,4 milhões mensais.

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Em 12 de dezembro, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que todos os dados remetidos à CPMI fossem transferidos para o gabinete de Alcolumbre. Desde então, os parlamentares não tiveram mais acesso ao conteúdo.

No fim de dezembro, a CPMI pediu que a Advocacia do Senado ingressasse com petição no STF para reaver o material. Quase dois meses depois, integrantes do colegiado foram informados de que nenhuma manifestação foi protocolada.

A CPMI aprovou, no ano passado, a quebra dos sigilos telemático, bancário e fiscal de Vorcaro. O Banco Master mantinha acordo de cooperação com o INSS para ofertar crédito consignado a aposentados e figura entre as instituições com maior índice de reclamações na plataforma Consumidor.gov.br.

Ao todo, sete requerimentos ligados ao empresário foram aprovados, incluindo relatórios de inteligência financeira dele e de suas empresas, além da convocação de outros executivos do Banco Master, como o ex-diretor de compliance Luiz Antônio Bull.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou nesta sexta-feira (16/2) ter solicitado audiência com o ministro Toffoli para tratar da devolução do material.

Procuradas, a assessoria de imprensa do Senado e a Advocacia da Casa não se pronunciaram até a publicação desta reportagem.

Com informações de Metrópoles

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