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Produção de uniformes escolares aquece Rodoshopping e gera renda extra para trabalhadores em Palmas

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A confecção dos novos uniformes da rede municipal de ensino de Palmas movimenta o Rodoshopping e mobiliza uma extensa cadeia de profissionais. Lojistas estimam que cerca de 70% dos estabelecimentos do centro comercial participam direta ou indiretamente do processo, que envolve corte, costura, serigrafia, dobra e embalagem das peças.

A produção começou no mês passado e avança em ritmo acelerado para que os kits sejam entregues às escolas dentro do prazo. Segundo o fornecedor Lourival Oliveira Silva, a linha de montagem ultrapassa duas mil camisetas por dia e exige coordenação entre vários serviços terceirizados.

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“Hoje, aproximadamente 90% das empresas que atendem a Prefeitura não mantêm equipes fixas de costureiras, cortadores ou serigrafistas. Boa parte desse trabalho é contratada temporariamente, o que faz girar a economia local”, afirma Lourival. No Rodoshopping, mais de 50 costureiras atuam somente na fase de montagem das peças, e parte da demanda ainda é repassada a profissionais de outras regiões da capital.

Renda complementar para costureiras e comerciantes

A costureira e comerciante Antônia Parlandrino dos Santos instalou uma máquina de costura em sua loja de presentes no Rodoshopping e passou a confeccionar cerca de 100 camisetas por dia. A produção lhe garante até R$ 1 mil por mês — valor superior ao que obtinha quando trabalhava como diarista em confecções.

Já a vendedora de aviamentos Ciumenia Araújo de Sousa soma forças na etapa final, dobrando até duas mil peças diárias entre um atendimento e outro. O serviço extra também pode render mais de R$ 1 mil durante a temporada de produção.

Impacto social

Para o prefeito Eduardo Siqueira Campos, a entrega dos uniformes beneficia cerca de 45 mil estudantes do berçário 1 ao 9º ano e, ao mesmo tempo, fomenta a economia local ao criar oportunidades de trabalho temporário. Os kits incluem camiseta e short para os alunos do 5º ano para baixo, e apenas a camiseta para os alunos do 6º ao 9º ano.

Com a produção concentrada entre fevereiro e agosto, comerciantes avaliam que os pedidos da Prefeitura evitam a estagnação do setor durante o primeiro semestre, garantindo fluxo de caixa e ocupação para centenas de trabalhadores.

Com informações de Sou de Palmas

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