Eleitores gaúchos voltarão às urnas em outubro de 2026 para escolher dois representantes no Senado. Com mais de 8,6 milhões de votantes no estado — parte dos mais de 155 milhões em todo o país —, o Rio Grande do Sul terá de substituir as cadeiras hoje ocupadas por Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), que não devem buscar novo mandato.
Situação define nomes em evento do PSD
A coligação que sustenta o governo de Eduardo Leite (PSD) confirmou, no fim de semana, os dois pré-candidatos ao Senado na chapa do vice-governador Gabriel Souza (MDB), que pretende disputar o Palácio Piratini. Durante ato que contou com a presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foram anunciados:
- Germano Rigotto (MDB), ex-governador;
- Frederico Antunes (PSD), deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa.
Bolsonarismo aposta em Zucco e apresenta dupla
No campo da oposição, o deputado federal Luciano Zucco (PL) — pré-candidato alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro — já havia definido, ainda em 2025, quem disputará o Senado em sua coligação:
- Marcel van Hattem (Novo), deputado federal;
- Ubiratan Sanderson (PL), também deputado federal.
PT lança chapa com Manuela d’Ávila e Paulo Pimenta
À frente de uma aliança liderada pelo PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-deputado estadual Edegar Pretto confirmou dois nomes para a disputa nas vagas do Senado:
- Manuela d’Ávila (PSOL), ex-deputada federal;
- Paulo Pimenta (PT), deputado federal.
PDT e PSDB ainda sem definição
O PDT negocia, em âmbito nacional, eventual aliança com o PT e não anunciou candidatos ao Senado na chapa da deputada Juliana Brizola. Já o PSDB, comandado no estado por Marcelo Maranata, chegou a sondar a ex-governadora Yeda Crusius, mas até o momento não oficializou nenhuma escolha.
Com o quadro de pré-candidaturas em formação, articulações partidárias devem seguir intensas até as convenções que oficializarão as chapas para a eleição de 2026.
Com informações de G1

