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Policial civil aposentado suspeito de proteger Rogério de Andrade é considerado foragido

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Um policial civil aposentado do Rio de Janeiro é procurado pelo Ministério Público estadual depois de não ter sido localizado na operação deflagrada na manhã desta terça-feira (10/3). De acordo com a corporação, o servidor, apontado como integrante do núcleo de segurança do contraventor Rogério de Andrade, não foi encontrado em casa e passou à condição de foragido.

A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que cumpre 20 mandados de prisão preventiva contra Rogério de Andrade e pessoas ligadas ao seu esquema de proteção em Bangu, na Zona Oeste da capital.

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Alvos da operação

Entre os investigados estão 18 policiais militares e penais, tanto da ativa quanto da reserva, além do policial civil aposentado. Segundo o Ministério Público, ele teria sido cooptado pela organização criminosa ainda durante o serviço.

Para dar suporte ao cumprimento das ordens judiciais, participam da operação a Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ, as corregedorias da Polícia Militar, da Secretaria de Administração Penitenciária e da Polícia Civil.

Esquema de segurança armada

Investigações do Gaeco indicam que o grupo prestava segurança a pontos de exploração ilegal de jogos de azar ligados a Rogério de Andrade. Os promotores afirmam que os integrantes do núcleo utilizavam atos sistemáticos de corrupção para manter as atividades e evitar ações policiais.

Os denunciados respondem por constituição de organização criminosa armada — com agravante pela participação de servidores públicos e vínculo com outras quadrilhas —, além de corrupção ativa e passiva.

Mandados em vários municípios

Os mandados expedidos pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital são cumpridos no Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mangaratiba, Nilópolis e São João de Meriti. Uma ordem judicial também é executada na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

Conforme o MPRJ, os policiais militares denunciados atuavam em diferentes unidades, entre elas a Subsecretaria de Gestão de Pessoas, o Batalhão de Policiamento de Vias Expressas e os 4º, 6º, 14º, 17º, 22º, 23º e 41º batalhões da corporação.

A Polícia Civil informou ter instaurado processo administrativo disciplinar e reiterou não compactuar com desvios de conduta.

Com informações de Metrópoles

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