','

'); } ?>

Podcast compara postura de Alexandre de Moraes a personagem de novela dos anos 1970

Publicidade

Em episódio divulgado em 13 de setembro de 2025, o podcast Ouça Essa, da Gazeta do Povo, traçou um paralelo entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Odorico Paraguaçu, prefeito fictício da novela “O Bem Amado”, criada por Dias Gomes nos anos 1970.

Segundo o programa, enquanto o personagem de ficção buscava contornar decisões judiciais, Moraes teria assumido o papel de “coronel” ao conduzir o julgamento que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por declarações feitas em ato público.

Publicidade

Julgamento e declarações

Durante manifestação em 7 de setembro de 2021, Bolsonaro gritou diante de apoiadores: “Sai, Alexandre de Moraes! Acabou o tempo! Deixa de ser canalha!”. Essas frases foram incluídas na denúncia que apontou tentativa de incentivar desobediência às decisões do STF.

Ao comentar o caso no plenário, Moraes questionou os colegas: “Algum de nós permitiria e afirmaria que é liberdade de expressão … se um prefeito, mediante milhares de pessoas, insuflar o povo contra o juiz da comarca?”. Em seguida, indagou: “Qual o precedente que queremos deixar para o juiz lá da comarca, que não tem a segurança que nós temos?”.

“Recado” à sociedade

Para o podcast, o resultado do julgamento – que puniu Bolsonaro pelas palavras proferidas – envia um “recado” de que críticas duras ao Judiciário podem ser tratadas como crime, atingindo autoridades, jornalistas e cidadãos comuns.

Menções a outros ministros

O programa também destacou a participação de Cármen Lúcia e Flávio Dino, que citaram poesias e fizeram comentários bem-humorados durante as sessões, classificando o ambiente como uma “tragicomédia institucional”.

O episódio concluiu que, na visão dos comentaristas, a liberdade de expressão enfrenta risco quando apenas elogios são considerados aceitáveis em relação ao Judiciário.

Com informações de Gazeta do Povo

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *