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Oposição intensifica ações por CPMI do Banco Master e impeachment de Dias Toffoli

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A oposição no Congresso Nacional ampliou, nesta quinta-feira (19), a ofensiva para apurar suspeitas de um rombo de R$ 50 bilhões no Banco Master e eventuais relações da instituição com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

Pressão por CPMI

Deputados e senadores já coletaram cerca de 280 assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). O colegiado pretende investigar possíveis irregularidades no uso de fundos garantidores pelo banco, além de convocar envolvidos, quebrar sigilos bancários e conduzir diligências independentes da Polícia Federal.

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Pedidos de impeachment

Parlamentares do partido Novo e de outras legendas protocolaram solicitações de impeachment contra Dias Toffoli. Eles alegam conflito de interesses após relatórios indicarem proximidade entre o ministro e o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Toffoli, que era relator do caso no STF, retirou-se do processo após a divulgação de mensagens encontradas no celular de Vorcaro e notícias sobre um resort ligado à família do magistrado.

Reunião fora da agenda no Planalto

A bancada do Novo também enviou pedido de informações à Casa Civil para esclarecer um encontro não registrado na agenda oficial entre o presidente Lula e dirigentes do Banco Master. A oposição quer detalhes da conversa realizada no Palácio do Planalto, destacando a falta de transparência sobre o conteúdo da reunião.

Subcomissão no Senado

Enquanto a CPMI depende de decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, o Senado formou uma subcomissão dentro da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), presidida por Renan Calheiros. O grupo menor ouve órgãos como Banco Central e Polícia Federal, mantendo o tema em evidência, apesar de contar com poderes mais limitados que os de uma CPMI.

Probabilidade de cassação

Historicamente, o impeachment de ministros do STF é considerado improvável: nunca ocorreu no país. Para avançar, o processo precisa do aval do presidente do Senado e de forte apoio popular e parlamentar. No momento, os requerimentos funcionam sobretudo como instrumento de pressão política.

As iniciativas da oposição seguem em curso, enquanto líderes governistas monitoram o avanço dos pedidos e tratam de articulações internas para frear a instalação da CPI mista.

Com informações de Gazeta do Povo

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