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Polícia Civil do Tocantins cumpre mandados em Minas Gerais contra grupo que aplicava golpes com anúncios de acompanhantes

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A Polícia Civil do Tocantins deflagrou nesta terça-feira (24) a Operação Vitrine Oculta, voltada a desmontar um esquema suspeito de extorsão por meio de falsos anúncios de serviços de acompanhantes. A ação, coordenada pela 1ª Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Palmas, contou com o apoio da Polícia Civil de Minas Gerais e resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em Montes Claros (MG).

A investigação começou quando uma vítima procurou a polícia, relatando ter sido ameaçada após tentar contratar uma acompanhante por um site especializado, em abril de 2025. O encontro foi cancelado depois que a suposta profissional exigiu pagamento antecipado via transferência bancária. A partir daí, integrantes do grupo passaram a enviar mensagens e áudios em tom de intimidação, afirmando que iriam até a casa da vítima para levar bens pessoais e alegando possuir dados bancários e cadastrais. Também foram cobradas supostas “taxas de cancelamento”.

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Com medo, a vítima fez transferências via PIX para contas vinculadas aos investigados. Durante as diligências, os policiais descobriram que outra mulher anunciada no mesmo site também recebeu valores após a vítima suspeitar tratar-se de integrantes do mesmo esquema.

Estrutura do grupo

De acordo com a DEIC, a quadrilha atuava de forma organizada. Uma investigada seria responsável por receber o dinheiro obtido nas extorsões; outro suspeito, que já possui antecedentes criminais, ficaria encarregado de proferir as ameaças; e uma terceira pessoa captaria vítimas usando perfis falsos na internet.

Quebras de sigilo telemático e análise de movimentações financeiras permitiram mapear a atuação interestadual do grupo, centrada em Montes Claros. Materiais apreendidos nos endereços alvo dos mandados serão periciados para identificar possíveis novos integrantes e outras vítimas em diferentes estados.

O delegado Wanderson Chaves de Queiroz, responsável pelo inquérito, afirmou que a organização utilizava plataformas digitais para atrair vítimas e aplicar os golpes mediante ameaça. Segundo ele, os documentos recolhidos deverão ampliar o alcance das investigações e reforçar a responsabilização dos envolvidos.

A operação teve apoio da Delegacia de Investigações Especiais da Polícia Civil de Montes Claros.

Com informações de Sou de Palmas

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