O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou apoio aos Estados Unidos neste domingo (4/1), um dia após a ofensiva norte-americana que culminou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores.
Ao abrir a reunião semanal do gabinete, em Jerusalém, Netanyahu descreveu a ação como “determinada” e voltada a “restaurar a liberdade e a justiça” no país sul-americano. “Estamos testemunhando uma transformação em toda a América Latina; vários países estão retornando ao eixo americano e, não surpreendentemente, a uma conexão com o Estado de Israel”, afirmou.
Segundo o governo dos EUA, tropas americanas atacaram, no sábado (3/1), diversos pontos da Venezuela. Após a operação, o presidente Donald Trump confirmou a prisão de Maduro, considerado por Washington o chefe do Cartel de los Soles, organização classificada recentemente como grupo terrorista internacional.
“Saudamos isso. Parabenizamos o presidente Trump por sua decisão. Saudamos também as forças militares americanas que realizaram uma operação perfeita. Sabemos reconhecer tais feitos”, acrescentou o premiê israelense.
No sábado, Netanyahu já havia usado as redes sociais para elogiar Trump: “Parabéns, presidente Donald Trump, por sua liderança corajosa e histórica em prol da liberdade e da justiça. Saúdo sua determinação e a brilhante atuação dos seus bravos soldados”.
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De acordo com as autoridades norte-americanas, Maduro permanecerá detido aguardando julgamento por acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A denúncia, apresentada em Nova York, prevê pena mínima de 20 anos e pode resultar em prisão perpétua. O líder venezuelano passou a madrugada de domingo no Metropolitan Detention Center (MDC), no Brooklyn, unidade que abriga mais de 1,3 mil detentos.
Com informações de Metrópoles

