A Secretaria Municipal de Saúde de Palmas (Semus) divulgou o primeiro balanço do mutirão contra o Aedes aegypti, iniciado em 23 de fevereiro e previsto para seguir até 10 de abril. A força-tarefa já percorreu quadras das regiões Norte e Sul da capital, além do bairro Jardim Taquari, com foco na eliminação de locais que acumulam água e favorecem a proliferação do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya.
Jardim Taquari
No Jardim Taquari, agentes de endemias vistoriaram 2.819 imóveis. Durante as visitas, foram encontrados 138 depósitos propícios à reprodução do mosquito, todos retirados ou tratados. As equipes também coletaram 48 amostras para análise laboratorial. Segundo a Semus, não houve registro de recusa por parte dos moradores.
Resultados nas quadras
O trabalho já alcançou diversas quadras:
- 407 Norte – 336 criadouros eliminados e nove tratamentos focais;
- 405 Norte – 214 depósitos removidos;
- 1.004 Sul – 112 recipientes descartados;
- Demais quadras visitadas incluem 603 Sul, 108 Sul, 106 Norte, 203 Sul, 1.206 Sul, entre outras.
Desafios
A coordenadora da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses, Lara Betânia, destacou a dificuldade de acessar imóveis fechados, sobretudo em quadras como 603 Sul e 203 Sul. A ausência de moradores impede a verificação de possíveis focos internos, o que pode comprometer os resultados.
Próximas etapas
Até 10 de abril, as equipes devem passar por áreas como 303 Norte, 105 Norte, Jardim Aureny III, Jardim Aureny IV, Santa Fé, Morada do Sol e Santa Bárbara. A Semus reforça a importância da participação da população, principalmente na eliminação de recipientes que possam acumular água dentro das residências.
Com a soma das ações já realizadas, o mutirão removeu mais de 800 potenciais criadouros do mosquito em Palmas.
Com informações de Sou de Palmas

