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MST publica nota de solidariedade à Venezuela e chama Donald Trump de “maior pirata da atualidade”

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou neste sábado, 3 de janeiro de 2026, uma nota pública na qual manifesta “solidariedade ao povo venezuelano” e acusa os Estados Unidos de promover um “ataque criminoso” contra a Venezuela.

No texto, a organização atribui a ofensiva ao “imperialismo estadunidense” e afirma que “denuncia o governo Trump por seus atos de guerra”. O documento aponta a ação como o ponto máximo de “uma série de agressões” que, segundo o grupo, vêm ocorrendo “há anos” contra a soberania venezuelana.

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Conforme a nota, o objetivo de Washington seria “monopolizar o petróleo venezuelano”, por não aceitar a “Revolução Bolivariana” e tentar fazer o país “voltar a estar de joelhos”. O MST lista “tentativas de desestabilização, embargos, golpes, boicotes e outras formas de ação” como parte dessa ofensiva e acrescenta que, nos últimos meses, houve escalada militar com “navios de guerra, aeronaves militares e fuzileiros navais americanos”.

Ao citar o ex-presidente dos Estados Unidos, o movimento declara que “Trump se tornou o maior pirata da atualidade”. O MST também afirma que permanecerá ao lado de quem “ousa desafiar” os EUA.

A organização informa ainda que estudantes, militantes e dirigentes vinculados ao movimento que se encontram na Venezuela estão seguros e em áreas não atingidas. Por fim, convoca entidades populares no Brasil e no exterior a se juntarem em atos de solidariedade ao país sul-americano.

Com informações de Gazeta do Povo

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