A Motorola apresentou o primeiro smartphone da nova série Signature, categoria posicionada acima da família Edge e voltada ao segmento ultra premium. O aparelho estreia globalmente em 2026 sem numerais no nome, marcando uma mudança de estratégia da marca para competir diretamente com iPhone 17 Pro Max e Galaxy S25 Ultra.
Desempenho e tela
O modelo chega equipado com o processador Snapdragon 8 Gen 5, 16 GB de RAM LPDDR5X e bateria de silício-carbono de 5.200 mAh, combinação que, segundo a empresa, garante até 52 horas de uso. A tela OLED de 6,8 pol. oferece taxa de atualização de 165 Hz e brilho máximo de 6.200 nits, superando as marcas de 120 Hz presentes nos rivais.
Design leve e acabamento têxtil
Com 6,99 mm de espessura e 186 g, o Signature aposta em acabamento texturizado inspirado em linho e sarja nas cores Pantone Carbon e Martini Olive. O corpo traz certificação IP69, resistência militar MIL-STD-810H e frente ocupada por 95,23 % de tela.
Câmeras de 50 MP em todas as lentes
Na parte traseira, o conjunto triplo inclui sensor principal Sony LYTIA 828 de 50 MP (f/1.6), ultrawide de 122° também com 50 MP e teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3x e alcance digital de 100x. A câmera frontal repete a resolução de 50 MP (Sony LYTIA 500) com autofoco. O dispositivo grava em 8K e em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.
Atualizações por sete anos
Pela primeira vez, a Motorola garante sete atualizações de versão do Android e sete anos de pacotes de segurança. O aparelho sai de fábrica com Android 16 e, de acordo com o cronograma, será atualizado até o Android 23.
Preço e disponibilidade
No mercado europeu, o Signature foi lançado por 999 euros (aprox. R$ 6.265 em conversão direta, sem impostos). O preço no Brasil ainda não foi anunciado. Para comparação, o iPhone 17 Pro Max de 512 GB custa R$ 13.999 e o Galaxy S25 Ultra de 512 GB sai por R$ 10.799.
Com hardware de topo, design leve e política de software estendida, a nova linha Signature marca a entrada da Motorola no segmento de smartphones de luxo, ampliando as opções além do duopólio Apple-Samsung.
Com informações de Olhar Digital

