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Moraes determina perícia da PF para confirmar necessidade de cirurgias de Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou nesta quinta-feira (11) que a Polícia Federal realize, em até 15 dias, uma perícia médica para verificar o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a realização de novas cirurgias.

No despacho, Moraes afirmou que os laudos apresentados pelos advogados não são recentes — o mais atual foi emitido há três meses — e que, à época, não indicavam necessidade de intervenção imediata. “Os exames médicos apresentados pela defesa não são atuais”, registrou o ministro, destacando a necessidade de comprovação oficial.

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Solicitação da defesa

Os defensores de Bolsonaro pedem autorização para levá-lo ao Hospital DF Star, em Brasília, onde seriam realizados dois procedimentos: um bloqueio anestésico do nervo frênico, indicado para reduzir a hiperatividade diafragmática responsável por crises de soluço, e uma herniorrafia inguinal convencional para tratar hérnia inguinal unilateral.

Condições de saúde e pedido de prisão domiciliar

A defesa sustenta que o estado de saúde do ex-presidente piorou e é incompatível com o ambiente prisional. Entre as comorbidades listadas estão infecções pulmonares recorrentes, esofagite grave, gastrite, doença do refluxo gastroesofágico com risco aspirativo, hipertensão arterial, ateromatose coronariana, estenose de carótidas, apneia do sono grave e neoplasias cutâneas recentemente tratadas.

Os advogados alegam risco cardiovascular “claro, imediato e concreto” e solicitam prisão domiciliar humanitária, contestando os fundamentos da prisão preventiva. Segundo a defesa, não há risco de fuga e a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica teria ocorrido em meio a um quadro de confusão mental.

Situação na PF

Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro, com atendimento médico em tempo integral, conforme destacou Moraes no despacho. Até o momento, não foi registrada situação médica emergencial que justificasse cirurgia urgente, segundo o STF.

Com informações de Gazeta do Povo

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