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Michelle Bolsonaro e Bia Kicis confirmam candidatura conjunta ao Senado pelo DF em 2026

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Brasília — A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis disputarão as duas vagas do Distrito Federal no Senado Federal nas eleições de 2026 pelo Partido Liberal (PL). As duas formam uma “chapa pura”, sem coligações com outras legendas.

A informação foi confirmada por Bia Kicis, que preside o PL no DF. Segundo a parlamentar, a decisão foi referendada pela direção nacional do partido e recebeu o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro, detido no Complexo Penitenciário da Papuda.

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Objetivo declarado

De acordo com Kicis, a aliança reúne “trajetórias e públicos diferentes, mas com o mesmo eixo de valores”, focados em liberdade, família, respeito ao cidadão e defesa do DF. “A expectativa é muito objetiva: eleger duas senadoras do PL e dar ao DF uma representação firme, coerente e combativa no Senado”, afirmou.

Duas cadeiras em disputa

O pleito de 2026 renovará duas das três vagas do DF na Casa. A senadora Damares Alves (Republicanos), eleita em 2022, permanece no mandato até 2030.

Ibaneis mantém pré-candidatura

O anúncio do PL frustra o plano do governador Ibaneis Rocha (MDB), aliado da família Bolsonaro, de contar com apoio do ex-presidente para concorrer ao Senado. Em nota, o chefe do Executivo local disse que seguirá candidato e pretende deixar o cargo no fim de março para se dedicar à campanha. Questionado sobre a decisão do PL, limitou-se a afirmar que “essa é uma decisão de outro partido”.

Nos bastidores, a movimentação ocorre em meio a uma crise de imagem enfrentada por Ibaneis, após a tentativa do Banco de Brasília (BRB) de comprar o Banco Master. Oposição protocolou quatro pedidos de impeachment na Câmara Legislativa, todos arquivados pela Mesa Diretora.

Apoio a Celina Leão

Com a prioridade voltada ao Senado, o PL decidiu que não lançará candidato próprio ao Palácio do Buriti em 2026. A legenda apoiará a atual vice-governadora Celina Leão (MDB). Segundo Bia Kicis, a articulação foi conduzida por Michelle Bolsonaro junto à direção nacional do partido.

“Eu sempre defendi que seria importante lançar um nome do partido, mas, diante dessa definição, abrimos mão da candidatura própria e vamos apoiar a Celina”, explicou a deputada.

As definições partidárias devem ser formalizadas nas convenções eleitorais previstas para o próximo ano.

Com informações de G1

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