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Lula visita Juiz de Fora e Ubá e promete reconstruir casas destruídas pela chuva

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) percorreu, neste sábado, 28 de fevereiro, bairros afetados pelas fortes chuvas na Zona da Mata mineira. Durante a agenda em Juiz de Fora e Ubá, Lula afirmou que o governo federal vai recuperar todos os prejuízos materiais registrados nas cidades atingidas.

“Aquilo que for material, que a cidade teve prejuízo – educação, saúde, as casas –, nós vamos garantir que as pessoas vão ter de volta”, declarou o presidente em Ubá, município que contabiliza seis mortes em decorrência dos temporais.

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Calamidade reconhecida

Três municípios mineiros tiveram situação de calamidade pública reconhecida pela União: Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá. Outras duas cidades, Divinésia e Senador Firmino, estão em estado de emergência. Até o momento, o governo de Minas Gerais registra 70 óbitos relacionados às chuvas.

Levantamento de danos

Lula solicitou que as prefeituras façam um levantamento detalhado dos estragos. “Os prefeitos têm que fazer um trabalho muito sério de levantamento de todos os prejuízos”, reforçou.

Auxílio federal

Os ministros Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Jader Filho (Cidades) acompanharam a comitiva presidencial. Segundo o governo, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil mantém equipes de plantão desde as primeiras ocorrências no estado.

Até agora, oito planos de trabalho foram autorizados: três destinados à assistência humanitária e cinco para o restabelecimento de serviços essenciais.

Críticas de deputado

Pelas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) questionou o montante destinado a Ubá e cobrou eventual denúncia ao presidente na Procuradoria-Geral da República por bloqueio de vias durante a visita. O parlamentar publicou um vídeo com moradores gritando “Fora Lula” enquanto o chefe do Executivo vistoriava áreas atingidas.

Ao longo da semana, Nikolas foi denunciado à PGR por, supostamente, impedir a passagem de equipamentos de resgate em uma rua interditada para gravação de vídeo. O deputado alegou perseguição e disse que “eles fazem questão de não esconder o quanto são seletivos”.

Com informações de Metrópoles

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