','

'); } ?>

Lindbergh Farias aciona STF para investigar e afastar Cláudio Castro

Publicidade

Brasília – O líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), protocolou em 29 de outubro um pedido de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Na petição, o parlamentar solicita o afastamento temporário do chefe do Executivo fluminense enquanto durarem as investigações.

Quais crimes são apontados

Lindbergh atribui a Castro suspeitas de homicídio doloso, corrupção passiva, prevaricação e abuso de autoridade. O requerimento também menciona supostos atos de improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Para apurar as denúncias, o deputado pede a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico do governador.

Publicidade

Operação Contenção na mira

O principal foco da representação é a Operação Contenção, deflagrada pelas forças de segurança estaduais para combater a expansão do Comando Vermelho. Segundo o governo do Rio, a ação resultou em 119 mortos — entre eles quatro policiais —, além da apreensão de 118 armas, 14 artefatos explosivos e 113 prisões. O deputado afirma que, sob comando de Castro, as polícias promoveram “um massacre de proporções históricas” e que o governador estaria usando as mortes como “estratégia de governo”.

Refinaria de Manguinhos e suspeita de favorecimento

A petição cita ainda as operações Carbono Oculto e Cadeia de Carbono, que investigam fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Em ação conjunta, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Receita Federal interditaram a Refinaria de Petróleo de Manguinhos, administrada pela Refit, cuja dívida com o estado supera R$ 9,9 bilhões. O governo fluminense argumentou na Justiça que havia um acordo para pagamento parcelado de R$ 50 milhões, posição que, segundo Lindbergh, indicaria possível vínculo político e financeiro de Castro com a empresa.

Posicionamento do governo

Procurado, o governo do Rio de Janeiro não enviou resposta até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação.

Com informações de Gazeta do Povo

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *