','

'); } ?>

Hugo Motta contesta operação da PF contra ex-assessora de Arthur Lira autorizada por Dino

Publicidade

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou na noite de sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, que respeita as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), mas considerou que o ministro Flávio Dino não apresentou “nenhum ato de desvio de verbas públicas” ao autorizar a Operação Transparência, da Polícia Federal, contra a servidora Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL).

A operação investiga um suposto esquema de destinação irregular de emendas parlamentares ligado ao antigo “orçamento secreto”. Na manhã de sexta-feira, Fialek foi alvo de dois mandados de busca e apreensão.

Publicidade

Nota de Motta

No comunicado divulgado pela Câmara, Motta afirmou que a Casa “não compactua com ilicitudes na execução de emendas parlamentares” e ressaltou que a servidora é “técnica competente, responsável e comprometida com a boa gestão da coisa pública”. Segundo ele, Fialek teve papel “fundamental no aprimoramento dos sistemas de rastreabilidade” das emendas.

O parlamentar frisou ainda que a indicação de emendas pelos congressistas está prevista na Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Para Motta, é “importante não confundir o ato político de mera indicação” com a execução dos recursos pelos destinatários finais.

Ligação ao “orçamento secreto”

Na decisão que liberou a Operação Transparência, Dino apontou indícios de que Fialek controlava indicações de emendas posteriormente desviadas, esquema que teria começado sob a presidência de Lira na Câmara e continuado na gestão de Motta. A servidora está lotada atualmente na liderança do PP na Casa.

Apoio de Lira

Em entrevista ao portal Metrópoles, Arthur Lira afirmou ser “errado falar em desvio de emendas antes de investigar” e descreveu Fialek como “uma técnica espetacular de orçamento”. O ex-presidente da Câmara não é investigado no inquérito.

Antes de divulgar a nota, Motta convocou reunião de emergência com líderes partidários para elaborar resposta institucional à ação da Polícia Federal.

Com informações de Gazeta do Povo

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *