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Governo reforça combate ao tráfico após repercussão de fala de Lula

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Brasília — A Secretaria de Comunicação Social (Secom) divulgou nesta sexta-feira (24) uma nova nota para conter a repercussão negativa das declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, na última quinta (23), disse que traficantes seriam “vítimas dos usuários de drogas” durante entrevista em Jacarta, Indonésia.

No comunicado, o Palácio do Planalto afirma que o “Governo do Brasil não tolera o tráfico de drogas” e destaca ações de inteligência, integração policial e repressão à lavagem de dinheiro como responsáveis por “resultados históricos” contra organizações criminosas.

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Operações e números apresentados

A Secom citou a maior operação já realizada contra o crime organizado, deflagrada em agosto deste ano, que desarticulou o núcleo financeiro de um grupo envolvido em falsificação de combustíveis e lavagens de dinheiro provenientes de atividades ilícitas.

O governo também informou:

  • apropriação de cerca de R$ 7 bilhões em bens de organizações criminosas pela Polícia Federal em 2024, mais que o dobro do ano anterior;
  • apreensão de 850 toneladas de drogas pela Polícia Rodoviária Federal nas rodovias federais em 2024, recorde histórico;
  • ampliação de operações contra crime organizado de 1.875, em 2022, para 3.393, em 2024;
  • nova ação da PF nesta sexta-feira (24) contra uma quadrilha sediada em Passo Fundo (RS), suspeita de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Segundo a nota, o Executivo espera manter resultados positivos em 2025 e aposta na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, enviada ao Congresso, para “desmantelar as estruturas que alimentam o crime”.

Retratação do presidente

Após a reação de parlamentares e de entidades de segurança, Lula publicou mensagem nas redes sociais admitindo “frase mal colocada” e reiterou posição firme contra o tráfico. “Mais importante do que as palavras são as ações que o meu governo vem realizando”, escreveu.

A Secom encerra o texto afirmando que as “ações efetivas” demonstram o compromisso do governo “com a segurança das famílias do país”.

Com informações de Gazeta do Povo

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