','

'); } ?>

Governo devolve R$ 2,8 bilhões a segurados do INSS após descontos irregulares

Publicidade

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já ressarciu R$ 2.820.799.182,93 a 4.137.951 aposentados e pensionistas que sofreram descontos considerados indevidos em seus benefícios. O balanço, atualizado até 26 de dezembro, foi divulgado nesta segunda-feira (29) e reúne dados de todo o país.

Cobranças contestadas

Desde a abertura do processo de contestação, foram registrados 6.362.898 pedidos. Em 98% deles, os beneficiários afirmam não ter autorizado os débitos feitos por associações, sindicatos, entidades de classe ou organizações ligadas a serviços previdenciários. Apenas 131.522 segurados reconheceram ter permitido o desconto.

Publicidade

Entre as 44 entidades notificadas pelo governo, 1.592.421 processos receberam respostas acompanhadas de documentação comprobatória.

Como os pedidos foram protocolados

Aplicativo ou site Meu INSS: 3.440.069 solicitações (54,1%)
Agências dos Correios: 2.259.424 (35,5%)
Central telefônica 135: 419.924 (6,6%)
Abertura de ofício: 243.239 (3,8%)

Prazo ampliado para contestação

Quem ainda não questionou os descontos tem até 14 de fevereiro de 2026 para fazê-lo. O acordo administrativo — que evita a necessidade de ação judicial — cobre valores debitados entre março de 2020 e março de 2025.

O procedimento pode ser realizado:

  • pelo serviço Consultar Descontos de Entidades Associativas no aplicativo ou site Meu INSS;
  • pela central 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h;
  • em agências dos Correios com atendimento assistido gratuito.

Depois do registro, a entidade responsável tem até 15 dias úteis para responder. Se não houver retorno dentro do prazo, o sistema libera automaticamente a adesão ao ressarcimento.

Operação Sem Desconto

Os descontos diretos nos benefícios foram suspensos em 23 de abril, após a Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), identificar esquema de fraudes contra milhões de segurados. As investigações continuam sob acompanhamento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, atualmente em recesso.

Com informações de Sou de Palmas

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *