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Google abre chip Willow a pesquisadores britânicos em parceria para acelerar a computação quântica

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O Google firmou uma colaboração com o Reino Unido que concede a cientistas do país acesso ao processador quântico Willow, apresentado pela empresa em 2024. A iniciativa tem como objetivo impulsionar pesquisas capazes de resolver problemas considerados complexos demais para computadores convencionais.

Pelo acordo, pesquisadores britânicos poderão submeter projetos em uma competição que reunirá especialistas do Google e do laboratório nacional de computação quântica do Reino Unido. Os vencedores terão permissão para operar o chip Willow e testar aplicações em áreas como química, medicina e física fundamental.

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“A possibilidade de usar o Willow coloca o Reino Unido em uma posição invejável”, afirmou à BBC o professor Paul Stevenson, da Universidade de Surrey.

O que é o chip Willow

Diferentemente dos processadores tradicionais, que utilizam bits, o Willow trabalha com qubits — unidades capazes de assumir vários estados simultaneamente por efeito das leis da mecânica quântica. Essa característica permite executar cálculos em escala e velocidade inatingíveis pelos supercomputadores atuais, abrindo caminho para:

  • desenvolvimento de novos compostos químicos e fármacos;
  • criação de tratamentos médicos personalizados;
  • simulações avançadas que podem originar materiais inovadores.

Investimento britânico

Para reforçar o ecossistema, o governo do Reino Unido reservou £670 milhões (cerca de R$ 4 bilhões) para projetos de computação quântica. Estimativas citadas pela emissora britânica indicam que a tecnologia poderá acrescentar cerca de £11 bilhões (aproximadamente R$ 67 bilhões) à economia do país até 2045.

Disputa global

A abertura do Willow à comunidade acadêmica britânica ocorre em um cenário de competição acirrada. Amazon e IBM também desenvolvem plataformas quânticas próprias, disputando a liderança num mercado ainda em estágio experimental, mas apontado como estratégico para as próximas décadas.

A parceria entre Google e Reino Unido reforça o objetivo de transformar a teoria quântica em soluções concretas para desafios reais, acelerando a transição da pesquisa de laboratório para aplicações comerciais.

Com informações de Olhar Digital

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