A partir de janeiro de 2026, todos os refrigeradores comercializados no país deverão exibir uma nova etiqueta de eficiência energética, conforme determinam as Portarias nº 332/2021 e nº 736/2024 do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O anúncio foi feito pela Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Tocantins (AEM), órgão delegado do Inmetro no estado.
A principal alteração é a eliminação das subclasses A+, A++ e A+++. O selo passará a apresentar apenas três faixas — A, B e C — alinhadas a critérios internacionais e aos níveis mínimos de eficiência definidos pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), ligado ao Ministério de Minas e Energia (MME).
Fim da venda de modelos menos eficientes
Refrigeradores enquadrados nas antigas classes D, E e F deixarão de ser comercializados, já que não atingem os novos requisitos mínimos. Os ensaios de medição adotarão os padrões IEC 62552-2:2020 e IEC 62552-3:2020, aproximando os testes brasileiros dos praticados nos principais mercados mundiais.
Informações mais detalhadas na etiqueta
O rótulo passará a trazer dados como consumo mensal em kWh, volumes dos compartimentos de refrigeração e congelamento e a menor temperatura atingida pelo equipamento. “O consumidor deve observar atentamente essas informações, especialmente o consumo de energia”, orienta o presidente da AEM, Denner Martins.
Período de transição
Modelos fabricados até 31 de dezembro de 2025 ainda poderão exibir a etiqueta antiga e permanecer nas prateleiras até o fim de 2026. A expectativa do setor, entretanto, é de que a adaptação ocorra antes do prazo final.
Com informações de Sou de Palmas

