A empresa D32 Wholesale LLC, controlada pelo ex-goleiro Donieber “Doni” Marangon e pelo sócio Werner Macedo, é alvo de ações judiciais nos Estados Unidos por descumprimento de contratos que previam a construção de imóveis na Flórida. Entre os 35 investidores que aportaram, ao todo, US$ 23.550.988, aparecem nomes conhecidos do futebol brasileiro.
Principais valores aplicados
O maior aporte individual entre os ex-jogadores foi feito por Diego Alves, campeão de diversos títulos pelo Flamengo, que destinou US$ 3.929.298 à iniciativa. Logo depois vem Lucas Leiva, formado no Grêmio e com passagem destacada pelo Liverpool, com US$ 2.258.000.
A lista inclui ainda a empresa de Fellype Gabriel, que investiu US$ 1.100.000; Renato Abreu, com US$ 600.000; e William Arão, atualmente no Santos, que colocou US$ 200.000. Arão confirmou ter acionado a Justiça norte-americana após o projeto não avançar.
Tramitação na Justiça
Sem o comparecimento de Doni e Werner Macedo em audiências anteriores, o Tribunal do Condado de Orange realizou sessão na última terça-feira (10/2) apenas com advogados das partes e marcou novos depoimentos para o início de maio.
Acusações
Os investidores afirmam que a dupla prometia retorno anual de 15% e participação nos empreendimentos, mas as obras não saíram do papel. Mesmo assim, relatórios financeiros enviados aos aplicadores continuavam indicando lucros — dados agora contestados judicialmente.
Posicionamento de Doni
Em nota, o ex-goleiro disse estranhar “informações imprecisas” divulgadas sobre o caso e negou a existência de pedido de prisão contra ele. Segundo Doni, a incorporadora passa por reestruturação societária e administrativa, com revisão de contratos, e todas as divergências estariam sendo tratadas “de forma técnica e dentro da legalidade”.
Com informações de Metrópoles

