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EUA e Israel iniciam ofensiva contra o Irã; Trump anuncia morte do aiatolá Khamenei

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Washington, 28 de fevereiro de 2026 – Estados Unidos e Israel lançaram na manhã deste sábado uma operação militar para derrubar o regime dos aiatolás no Irã. A ação, determinada pelo presidente norte-americano Donald Trump, incluiu bombardeios a alvos estratégicos em Teerã e outras cidades.

Horas depois do início dos ataques, Trump publicou nas redes sociais a confirmação da morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, classificando-o como “uma das pessoas mais perversas da História”. Na mesma mensagem, o republicano dirigiu-se à população iraniana: “Quando terminarmos, assumam o controle do seu governo. Ele será de vocês”.

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Oitava intervenção militar do segundo mandato

A investida contra o Irã é a oitava intervenção armada ordenada por Trump em seu segundo mandato. A operação anterior resultou na captura do venezuelano Nicolás Maduro, sem, contudo, provocar mudança de regime em Caracas. Segundo interlocutores da Casa Branca citados por veículos americanos, o interesse principal naquela ocasião era garantir acesso ao petróleo do país sul-americano.

Promessas e reviravoltas

Durante a campanha de 2024, Trump prometeu “acabar, não iniciar guerras”. Anos antes, já havia criticado ex-presidente Barack Obama por, segundo ele, usar conflitos externos para recuperar popularidade. Em 2016, o magnata também condenou políticas de mudança de regime, chamando-as de “imprudentes e dispendiosas”.

Ceticismo sobre mudança de governo em Teerã

Analistas e colunistas expressaram dúvidas sobre a capacidade da ofensiva de derrubar o governo iraniano. Megan K. Stach, do New York Times, escreveu que a oposição interna é “fraca e desarticulada” e que “bombardeios, por mais intensos, não derrubam regimes sem tropas de ocupação”.

Em editorial, o New York Times classificou a estratégia de Trump como “imprudente” e apontou metas mal definidas, falta de apoio internacional e violação do direito de guerra. Já o jornal O Estado de S. Paulo publicou texto intitulado “Ninguém vai chorar pelo Irã”, argumentando que a eventual queda do regime seria benéfica para o mundo.

Interesses israelenses

Para especialistas, Israel é o principal beneficiado pela ofensiva. Desde 2015, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu alerta que Teerã estaria a semanas de desenvolver armas nucleares, alegação jamais comprovada. Ainda recentemente, Trump admitiu que avançava a negociação de um acordo com o Irã, mas a diplomacia foi abandonada em favor da ação militar.

Até o momento, não há confirmação de envio de tropas terrestres americanas ou israelenses ao território iraniano, nem detalhes sobre o número de vítimas civis ou militares. A Casa Branca e o governo de Israel não informaram o tempo previsto para a operação, que continua em andamento.

Com informações de Metrópoles

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