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Eclipse solar anular inaugura calendário astronômico de 2026 com “Anel de Fogo” sobre a Antártida

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O primeiro grande evento astronômico de 2026 ocorreu na madrugada desta terça-feira (17). Um eclipse solar anular, popularmente chamado de “Anel de Fogo”, começou às 6h56 (horário de Brasília) sobre o extremo sul do Oceano Antártico, projetando a sombra da Lua sobre regiões remotas da Antártida e parte do Hemisfério Sul.

Como se formou o “Anel de Fogo”

Em um eclipse anular, a Lua Nova passa exatamente entre a Terra e o Sol enquanto se encontra no ponto mais distante de sua órbita. Por parecer ligeiramente menor no céu, o satélite não cobre o disco solar por completo, deixando visível uma borda luminosa que forma o anel brilhante.

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Cronograma do fenômeno

Os instantes cronometrados do eclipse foram:

• Início da fase parcial: 6h56

• Início da anularidade: 8h42

• Máximo do eclipse: 9h12

• Fim da anularidade: 9h41

• Término da fase parcial: 11h27

A faixa de anularidade — corredor de aproximadamente 600 km de largura onde o alinhamento é perfeito — permaneceu restrita à Antártida e ao Oceano Antártico. Bases de pesquisa como a Estação Concordia, administrada por França e Itália, e a Estação Mirny, operada pela Rússia, estiveram entre os poucos locais habitados que puderam ver o “Anel de Fogo” completo, por cerca de 1 minuto e 47 segundos.

Fora desse corredor, a sombra parcial avançou por áreas mais amplas. Cidades do extremo sul da América do Sul, como Punta Arenas e localidades próximas ao Estreito de Magalhães, observaram o Sol parcialmente encoberto. No continente africano, o fenômeno pôde ser visto em Cidade do Cabo, Durban e Maputo, além de países como Botsuana e Zimbábue. Ilhas do Oceano Índico, entre elas Maurício e Reunião, também presenciaram a passagem da Lua diante do Sol.

O eclipse encerrou-se às 11h27, quando a penumbra lunar deixou o oeste da África, permitindo que o Sol voltasse a brilhar plenamente em toda a região.

Com informações de Olhar Digital

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