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Direita brasileira comemora vitória de Milei e aponta defesa da liberdade como fator decisivo

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Parlamentares brasileiros ligados à direita atribuíram à pauta liberal de Javier Milei a conquista da maioria no Parlamento argentino, confirmada no domingo, 26 de outubro de 2025. Nas redes sociais, deputados e senadores celebraram o resultado e questionaram pesquisas eleitorais que apontavam vantagem menor para o presidente da Argentina.

Críticas aos institutos de pesquisa

O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) ironizou os levantamentos de intenção de voto. “Você confia nas pesquisas?”, perguntou, afirmando que os institutos teriam “viés esquerdista” e que tentam “minar a viabilidade de candidatos de direita”.

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Parabenizações e defesa do liberalismo

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escreveu mensagens em espanhol e português para cumprimentar Milei e o povo argentino. Segundo o senador, os eleitores escolheram “o caminho da liberdade”, citando expectativa de redução da pobreza, aumento do emprego, queda da inflação e diminuição da criminalidade.

O deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) destacou a reação positiva do mercado financeiro, publicando imagem de ações argentinas em alta logo após a confirmação do resultado.

Aspecto simbólico e econômico

Para o ex-deputado estadual Douglas Garcia, o pleito demonstra que “o continente ainda tem fôlego para lutar contra o Foro de São Paulo”, apesar da predominância de governos de esquerda na região. Ele também citou a insatisfação dos argentinos com “décadas de kirchnerismo e inflação crônica” ao eleger um candidato que defende “menos Estado, mais liberdade e responsabilidade individual”.

“Onda de liberdade” na região

O deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ) afirmou que “a onda de liberdade está varrendo a América do Sul” e que o resultado mostra a rejeição ao que chamou de “caos e mentira da esquerda”.

Na mesma linha, o senador Márcio Bittar (PL-AC) declarou que os argentinos deram a Milei “força necessária no Congresso para ser ainda mais radical na defesa da liberdade”.

A vitória garante ao presidente argentino maioria parlamentar, facilitando a tramitação de projetos alinhados à sua agenda de reformas econômicas.

Com informações de Gazeta do Povo

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