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CPMI do INSS aprova quebra de sigilos de Lulinha e provoca confronto entre deputados

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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura descontos irregulares em aposentadorias do INSS aprovou na manhã desta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A votação simbólica foi marcada por empurrões e troca de agressões entre parlamentares da base governista e da oposição. O deputado Rogério Correia (PT-MG) entrou em confronto físico com Luiz Lima (Novo-RJ). Após o tumulto, Correia pediu desculpas em plenário e alegou ter sido empurrado antes de reagir.

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Oposição comemora decisão

Deputados de partidos de direita classificaram a medida como avanço nas investigações. Para Ubiratan Sanderson (PL-RS), a quebra de sigilo “é fundamental para o aprofundamento das apurações”. Já Capitão Alberto Neto (PL-AM) disse que o país “quer respostas objetivas sobre o destino dos recursos de aposentados e pensionistas”.

Marcel van Hattem (Novo-RS) afirmou que delações em andamento atingem diretamente o filho do presidente e defendeu a prorrogação dos trabalhos da CPMI. Na mesma linha, Caroline de Toni (PL-SC) declarou que a aprovação “representa o fim da blindagem”.

O deputado Mauricio Marcon (PL-RS) atribuiu o resultado a uma articulação da oposição e relatou, nas redes sociais, que “a petezada enlouqueceu e deu quebra-pau”. Rodrigo Valadares (União-SE) resumiu a posição do grupo: “Quem não deve, não teme”.

Para Evair de Melo (PL-ES), a reação dos petistas demonstra preocupação com o que poderá ser revelado. Já Coronel Tadeu (PL-SP) destacou que a CPMI deve atuar “com independência e rigor” na defesa do dinheiro público.

Partido Novo recorrerá ao Conselho de Ética

Após as agressões, a bancada do Novo informou que apresentará representação contra deputados do PT no Conselho de Ética da Câmara. Nas redes sociais, Rogério Correia alegou ter sido “agredido covardemente”.

Defesa nega envolvimento

Em nota divulgada na quarta-feira (25), o advogado Guilherme Suguimori Santos, que representa Lulinha, reiterou que seu cliente “não tem relação com fraudes ou desvios no INSS” e se colocou à disposição das autoridades assim que tiver acesso aos autos.

A CPMI seguirá analisando documentos e depoimentos para apurar eventuais irregularidades nos descontos aplicados a aposentados e pensionistas.

Com informações de Gazeta do Povo

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