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Comissão do Senado agenda votação para convocar Dias Toffoli sobre caso Banco Master após o Carnaval

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, instalada no Senado, marcou para 24 de fevereiro a deliberação que pode convocar o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), a explicar supostas ligações com o escândalo envolvendo o Banco Master. O calendário foi definido para o período imediatamente posterior ao recesso de Carnaval.

Também podem ser chamados a depor os irmãos do magistrado, antigos sócios dele na empresa Maridt Participações. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), informou que o tema entrou na pauta por decisão do presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES).

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Foco na Maridt e em negócios ligados a fundo de investimentos

Segundo Vieira, os parlamentares buscam esclarecimentos sobre a participação da Maridt em operações com um fundo administrado pelo pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A Polícia Federal afirma ter reunido indícios de relações pessoais entre Toffoli e Vorcaro.

Quatro linhas de investigação

A CPI concentra as apurações em quatro frentes: liberação de emendas parlamentares, a operação Carbono Oculto (que identificou atuação do PCC no mercado de combustíveis), fraudes no INSS e transações financeiras envolvendo o Banco Master. Para o relator, a suposta “infiltração política e judicial do crime organizado” e a “lavagem de dinheiro” via instituições financeiras formam uma rede que dificulta o avanço das investigações.

Vieira relatou pressões sobre a Polícia Federal e classificou como “vexatória” uma nota assinada por dez ministros do STF. O documento reconhece que Toffoli não poderá permanecer como relator dos processos ligados ao Banco Master, mas nega qualquer suspeição sobre o ministro.

STF nega suspeição e escolhe novo relator

Em comunicado oficial, o Supremo informou que a saída de Toffoli da relatoria ocorreu por iniciativa dele, sem cabimento para arguição de impedimento. Por sorteio, o ministro André Mendonça assumiu os processos. A Corte declarou apoio pessoal a Toffoli e reiterou a inexistência de suspeição ou impedimento.

Com informações de Gazeta do Povo

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