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Contadora é presa por suspeita de aplicar golpe de R$ 40 mil em pequenos empresários no Tocantins

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Paraíso do Tocantins – A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (20), a contadora Dalila dos Santos Silva, 37 anos, investigada por estelionato contra empresários da região. Segundo a corporação, a suspeita teria arrecadado cerca de R$ 40 mil ao prometer financiamentos com juros reduzidos e parcelas acessíveis.

A ação, batizada de Operação Cavalo de Tróia, foi conduzida pela 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso do Tocantins. Foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, além do sequestro de bens da investigada.

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Modus operandi

De acordo com o delegado José Lucas Melo, Dalila abordava pequenos empresários oferecendo intermediação de empréstimos supostamente vantajosos. Para dar início ao processo, exigia o pagamento antecipado de taxas. As vítimas relataram que, após o repasse dos valores, o crédito nunca foi liberado e não constava qualquer solicitação em seus nomes junto às instituições financeiras.

Três empresários registraram ocorrência ao perceber o golpe. “As condutas atingiram não apenas o patrimônio das vítimas, mas também a economia local, já que o dinheiro seria investido no fortalecimento de pequenos negócios”, afirmou o delegado.

Situação profissional e antecedentes

O Conselho Regional de Contabilidade do Tocantins (CRCTO) informou que o registro de Dalila está suspenso desde maio de 2024 por práticas irregulares. A penalidade, válida até 22 de agosto de 2027, foi aplicada pela Câmara de Fiscalização, Ética e Disciplina.

A polícia apurou ainda que a contadora responde a outros processos por estelionato e falsificação de documentos.

Defesa contesta investigação

Em nota, o escritório Medrado & Albuquerque classificou os elementos da investigação como “frágeis” e declarou que tomará medidas para restabelecer a liberdade da cliente, reiterando o direito à presunção de inocência.

Próximos passos

Após a prisão, Dalila foi encaminhada à Unidade Prisional Feminina de Palmas e permanece à disposição da Justiça. O inquérito será remetido ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

Com informações de G1 Tocantins

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