Manter a pressão dos pneus exatamente conforme indica o manual do veículo é uma medida simples que pode cortar o gasto com combustível em até 20% e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança na condução.
Estudo aponta perda de eficiência
Dados da Administração Nacional de Segurança no Trânsito dos Estados Unidos (NHTSA) mostram que rodar com pressão inadequada compromete a eficiência energética e acelera o desgaste das estruturas dos pneus.
Checagem semanal e a frio
Especialistas recomendam verificar a pressão a cada sete dias, sempre com os pneus frios. Essa rotina evita que pequenas perdas de ar passem despercebidas e garante uma leitura fiel ao valor recomendado pelo fabricante.
Efeitos diretos no consumo
Pneus murchos aumentam a resistência ao rolamento — situação comparada a correr sobre areia fofa. Quanto maior o esforço exigido do motor, maior é a queima de combustível. Conforme os níveis de pressão caem, o consumo pode subir entre 5% e 20%.
Consequências do uso com pressão baixa
Além do desperdício de gasolina, a falta de calibragem adequada provoca:
- Expansão da área de contato com o solo;
- Deformação excessiva das laterais do pneu;
- Geração de calor que acelera o desgaste da borracha;
- Direção menos precisa e aumento da distância de frenagem.
Números de referência
Pressão correta: desempenho otimizado e máxima vida útil.
Ligeiramente murcho: elevação de 5% a 10% no consumo e redução de 20% na durabilidade.
Muito murcho: aumento de até 20% no consumo e risco de estouro.
Imagem: inteligência artificial
Etiqueta é o guia
O valor ideal de pressão está na etiqueta afixada na porta do motorista ou na tampa do tanque. Esses números foram definidos pelos engenheiros para equilibrar conforto, aderência e economia.
A aparência do pneu nem sempre indica perda de ar. Por isso, visitar o calibrador regularmente é a melhor forma de evitar desperdício de combustível e manter a estabilidade do veículo.
Com informações de Olhar Digital

