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Brasil assume posto de maior produtor mundial de carne bovina em 2025; Tocantins bate recorde de abate e exportações

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No segundo semestre de 2025, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e tornou-se o maior produtor de carne bovina do planeta, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O resultado coroa décadas de investimentos em genética, manejo, nutrição animal e profissionalização da pecuária de corte.

Desempenho de Tocantins acompanha avanço nacional

O impulso nacional refletiu-se diretamente nos estados produtores. No Tocantins, a Pesquisa Trimestral da Pecuária, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), posicionou o estado na 10ª colocação no ranking brasileiro de abate de bovinos e na 3ª posição da Região Norte.

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No primeiro trimestre de 2025, 352 mil cabeças foram abatidas em território tocantinense, volume 9% superior ao registrado no mesmo período de 2024. O número representa o maior patamar da série histórica para primeiros trimestres, iniciada em 1997, superando o recorde anterior de 331 mil cabeças, alcançado em 2007.

Exportações em alta

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, em 2025, o Tocantins exportou aproximadamente 26,5 milhões de quilogramas de carne bovina, incremento de 36% em relação ao mesmo intervalo de 2024, quando foram embarcados cerca de 19,5 milhões de quilogramas.

Entre janeiro e março, a China absorveu 58% das vendas externas tocantinenses, seguida pelos Estados Unidos (10%) e pela Líbia (6%), confirmando a presença da carne do estado em mercados estratégicos e exigentes.

Setor destaca profissionalização e desafios

Para Fernando Penteado, presidente da Associação de Pecuaristas do Tocantins Novilho Precoce, os números reforçam a importância da organização do segmento. “O Brasil atinge a liderança mundial graças a um trabalho consistente no campo, e o Tocantins acompanha esse movimento ao investir em genética, manejo adequado e eficiência produtiva”, afirma.

A médica veterinária e diretora da Novilho Precoce Tocantins, Carine Schneider Faifer, avalia que a sustentabilidade do crescimento depende de cuidados contínuos nas fazendas. Entre as ações prioritárias, ela cita a gestão nutricional na seca, o sombreamento, o manejo correto, a prevenção sanitária e a vacinação, práticas que garantem bem-estar animal e maior produtividade.

Com informações de Atitude TO

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