Brasília – Os partidos políticos têm até 15 de agosto de 2026 para oficializar na Justiça Eleitoral os nomes que disputarão os cargos em jogo no próximo pleito nacional. Antes do registro definitivo, uma série de prazos precisa ser seguida pelas legendas e pelos pré-candidatos.
Seis meses antes do primeiro turno
Até o início de abril de 2026, data que marca seis meses antes da votação de 4 de outubro, valem três obrigações principais:
- Desincompatibilização: ocupantes de cargos como governador, ministro, secretário, prefeito e juiz devem se afastar da função se quiserem concorrer.
- Registro de partidos e federações: apenas siglas com estatuto aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão lançar candidatos.
- Domicílio eleitoral: o pretenso concorrente precisa estar inscrito como eleitor no estado onde pretende disputar.
Janela partidária
Entre o início de março e o início de abril de 2026, deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de legenda sem correr o risco de perder o mandato por infidelidade partidária.
Convenções de 20 de julho a 5 de agosto
Nesse intervalo, os partidos realizam convenções internas para escolher oficialmente quem estará na disputa. Apenas filiados aprovados nessas reuniões podem avançar para a etapa seguinte.
Registro até 15 de agosto
Concluídas as convenções, as legendas têm prazo até 15 de agosto para protocolar as candidaturas junto à Justiça Eleitoral.
Datas da votação
O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro de 2026. Se houver necessidade, o segundo turno será em 25 de outubro.
Cargos em disputa
- Presidência da República (1 vaga);
- Governos estaduais e do Distrito Federal (27 vagas);
- Senado Federal (54 cadeiras, equivalentes a dois terços das vagas);
- Câmara dos Deputados (513 cadeiras);
- Assembleias Legislativas e Câmara Legislativa do DF (quantidade varia por estado).
Com o cronograma definido, partidos e pré-candidatos já se organizam para cumprir cada etapa até a oficialização das chapas.
Com informações de G1

