A exposição à luz azul dos smartphones nos minutos que antecedem o horário de dormir tem se mostrado um dos principais fatores de deterioração da qualidade do sono entre brasileiros. De acordo com um estudo da National Sleep Foundation, esse tipo de luz confunde o cérebro, fazendo-o “acreditar” que ainda é dia e adiando a liberação de melatonina, hormônio que sinaliza o início do repouso metabólico.
Segundo o levantamento, o impacto ocorre em três etapas:
O hábito de rolar o feed pouco antes de deitar também ativa áreas de processamento emocional, dificultando o relaxamento mental. Com o relógio biológico atrasado, o pico de recuperação celular ocorre mais tarde, provocando sensação de fadiga e “névoa” mental ao despertar.
Entre as mudanças fisiológicas mapeadas pelos pesquisadores estão:
O estudo pontua que quem se desconecta das telas ao menos uma hora antes de dormir apresenta, em média, produção mais estável de melatonina, períodos mais longos de sono profundo e menor estado de hipervigilância em comparação a usuários que permanecem conectados até o último minuto.
Para reverter os prejuízos, os especialistas sugerem desligar celulares e demais eletrônicos cerca de 60 minutos antes do horário de deitar. A transição pode incluir leitura de livros físicos, práticas de meditação e redução gradual da iluminação residencial, estratégias que sinalizam ao sistema nervoso que é hora de descansar.
A adoção de uma “higiene do sono” rigorosa, reforça a fundação, figura entre as formas mais simples e econômicas de recuperar energia, clareza mental e bem-estar geral.
Com informações de Olhar Digital
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Esta página foi gerada pelo plugin
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!