O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) volta a analisar nesta segunda-feira, 2 de março, o conjunto de resoluções que detalhará a aplicação da legislação nas eleições marcadas para 4 de outubro. Relator das propostas, o ministro Nunes Marques preside a sessão e assumirá a chefia da Corte durante o pleito. A lei eleitoral determina que todas as normas estejam aprovadas até 5 de março.
Na sessão de quinta-feira (26/2), o tribunal aprovou sete resoluções sobre:
Também foi ratificada a norma que organiza a preparação da votação e a apuração. Entre os pontos definidos estão:
A resolução manteve regras vigentes em pleitos anteriores, como voto em trânsito, votação de brasileiras e brasileiros no exterior, proibição de armas para CACs nas 24 horas que antecedem e sucedem o pleito e vedação ao porte de celulares ou câmeras na cabine de votação.
Sete textos permanecem em análise. Eles tratam de propaganda eleitoral, calendário do processo, apuração de irregularidades e registro de candidaturas.
Um dos documentos reúne obrigações, garantias, proibições e penalidades para o eleitorado. O texto abrange orientações sobre regularização do título, emissão da primeira via, voto em trânsito, prioridade de atendimento a grupos específicos e procedimentos para quem reside no exterior.
A minuta proíbe propaganda — gratuita ou paga — em perfis de redes sociais de pessoas jurídicas e órgãos oficiais. O impulsionamento digital segue autorizado, mas o valor pago deverá aparecer de forma visível na peça. Plataformas deverão remover publicações que ataquem o sistema de votação ou incentivem atos antidemocráticos sem necessidade de ordem judicial. A exclusão de perfis ficará restrita a usuários comprovadamente falsos, bots ou contas usadas para a prática de crimes.
Outra resolução definirá datas-chave:
No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o eleitorado escolherá presidente da República, 27 governadores, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 distritais. Caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
As sessões desta segunda-feira devem definir as últimas regras e permitir que a Justiça Eleitoral publique todas as resoluções dentro do prazo legal.
Com informações de G1
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