O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou nesta quinta-feira (22/1) a retirada do convite feito ao Canadá para integrar o recém-criado Conselho da Paz, órgão anunciado pela Casa Branca com foco em mediação de conflitos internacionais, entre eles a crise na Faixa de Gaza.
A decisão foi transmitida por carta endereçada ao primeiro-ministro canadense, Mark Carney. No documento, Trump informa que o conselho “está retirando o convite para que o Canadá participe, em qualquer momento, do que será o mais prestigioso Conselho de Líderes já reunido”. O texto não apresenta justificativas nem menciona divergências diplomáticas entre Washington e Ottawa.
O Conselho da Paz foi oficialmente apresentado por Trump durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, também nesta quinta-feira. Segundo o presidente norte-americano, o organismo pretende atuar como força de dissuasão de conflitos e apoiar negociações de paz, começando pela Faixa de Gaza e podendo se estender a outras crises globais.
A forma como o órgão foi descrito gerou críticas de especialistas e líderes internacionais, que enxergam possível sobreposição de funções com as Nações Unidas (ONU).
Trump assumirá a liderança do conselho e terá influência direta sobre novos membros e prioridades. O comitê executivo contará com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio; o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair; e Jared Kushner, genro e conselheiro do presidente.
Convites foram encaminhados a vários chefes de Estado, incluindo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O governo brasileiro ainda avalia a participação.
Com a revogação do convite ao Canadá, não há previsão de substituição imediata no grupo.
Com informações de Metrópoles
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