Tebet chama Ricardo Nunes de deselegante após ser chamada de “marionete de Lula”

São Paulo – A ministra do Planejamento e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB), classificou nesta sexta-feira (27) como “agressiva” e “deselegante” a declaração do prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB), que na semana passada a acusou de ser “marionete do presidente Lula”.

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A reação ocorreu durante o ato de filiação da ministra ao PSB, realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Tebet deixou o MDB, legenda à qual esteve filiada por quase três décadas, para disputar uma das vagas paulistas no Senado nas eleições de outubro.

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“Tá pra nascer o homem”

Em discurso, a ministra afirmou que nenhum homem dirige suas decisões políticas. “Primeiro que tá pra nascer o homem que vai me direcionar e fazer de mim uma marionete”, disse. Ela acrescentou que, se fosse homem, o prefeito não teria usado o mesmo tom. “É uma forma agressiva que desestimula mulheres a participarem da política”, completou.

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Contexto das críticas

No dia 21 de março, durante agenda na periferia da capital, Nunes criticou a mudança de domicílio eleitoral da ministra do Mato Grosso do Sul para São Paulo e disse “nunca imaginar que alguém da envergadura dela aceitaria ser marionete de Lula”. O prefeito já declarou apoio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Senado.

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Aliança de 2022 desfeita

Tebet e Nunes haviam caminhado juntos em 2022, quando ela disputou a Presidência da República pelo MDB e terminou em terceiro lugar. Agora, a ministra integra a chapa apoiada por Lula e Fernando Haddad (PT) em São Paulo, enquanto o prefeito se coloca no campo adversário.

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Filiação ao PSB

O evento de filiação contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro Márcio França (Empreendedorismo) e de lideranças da sigla, como Tabata Amaral e Caio França. Alckmin afirmou que, nas próximas eleições, o país escolherá “entre quem protege a democracia e quem defende a ditadura”.

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Ao justificar a transferência para São Paulo, Tebet lembrou que estudou e tem empresas familiares no estado. Ela confirmou ter solicitado a regularização do domicílio eleitoral e adiantou que fará “campanha enxuta, com tênis no pé e olhando no olho”.

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A ministra também defendeu a permanência de Alckmin como vice na chapa de Lula e destacou a importância de manter uma “frente ampla” nas próximas eleições.

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Com informações de G1

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