Sete pandemias que mudaram o curso da história

Uma pandemia é declarada quando uma doença se espalha por diversos países ou continentes, atingindo grandes populações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) é a autoridade responsável por esse enquadramento. Ao longo dos séculos, diferentes agentes – vírus, bactérias e outros microrganismos – provocaram crises sanitárias de alcance global. A seguir, relembre sete episódios que deixaram marcas profundas na humanidade.

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Coronavírus (COVID-19)

Detectado no fim de 2019 em Wuhan, na China, o SARS-CoV-2 rapidamente se disseminou por todos os continentes. O contágio ocorre por gotículas respiratórias, e investigações apontam que o vírus circulava originalmente em morcegos antes de chegar aos humanos. Febre, tosse e dificuldade para respirar estão entre os primeiros sinais, podendo evoluir para pneumonia e insuficiência respiratória. Até o momento, a pandemia soma mais de 622 milhões de casos e 6,5 milhões de mortes no mundo.

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Peste bubônica

Causada pela bactéria Yersinia pestis, a peste bubônica se espalhou entre 1347 e 1353, principalmente na Europa e na Ásia. Originada na Mongólia, a doença viajou em navios comerciais, atingiu primeiro os ratos e depois as pessoas, por meio de pulgas infectadas. Febre, cefaleia, inchaço dos gânglios linfáticos e lesões cutâneas caracterizavam o quadro. Estimativas indicam 25 milhões de mortes nesse período.

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Varíola

O Orthopoxvirus variolae atormentou populações por cerca de três milênios. Os primeiros registros datam de 430 a.C., na Grécia, onde um terço dos habitantes morreu. O vírus também assolou o Império Romano e chegou às Américas no século XV. No século XVIII, o médico inglês Edward Jenner desenvolveu a vacina que abriu caminho para o controle e, posteriormente, a erradicação da doença em vários países.

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Cólera

Proveniente da bactéria Vibrio cholerae, a cólera tem ligação direta com água e alimentos contaminados, além da falta de saneamento básico. O maior surto ocorreu no século XIX e matou cerca de 30 mil pessoas. Embora ainda presente em regiões com infraestrutura precária, a doença pode ser prevenida com água potável, boas condições sanitárias, vacinação e tratamento antibiótico. Diarreia intensa, vômitos e desidratação severa são os principais sintomas.

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Gripe suína (H1N1)

Em 2009, o vírus H1N1 – originado em porcos no México – provocou a primeira pandemia do século XXI. O contágio se dá por gotículas no ar ou superfícies contaminadas. Cerca de 20 mil pessoas morreram. Febre, tosse, dor de garganta, calafrios e dores no corpo estão entre os sinais mais comuns.

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Imagem: benuerp.com

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Gripe espanhola

Entre 1918 e 1919, um subtipo de influenza infectou mais de um quarto da população mundial, resultando em 40 milhões a 50 milhões de mortes. O então presidente brasileiro Rodrigues Alves foi uma das vítimas em 1919. A doença ficou conhecida como “gripe espanhola” porque a Espanha foi o primeiro país a noticiar amplamente o surto. Na época, não existiam tratamentos eficazes.

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Praga de Justiniano

Considerada a primeira epidemia de peste bubônica, a Praga de Justiniano surgiu no Egito, espalhou-se pelo Oriente Médio e alcançou Constantinopla em 540 d.C. Transmitida por pulgas de ratos que viajavam em navios, a doença chegou a matar cerca de cinco mil moradores por dia, eliminando metade da população da capital bizantina.

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Com informações de Benu ERP

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