A Prefeitura de Palmas identificou divergências em 21.195 imóveis durante a atualização cadastral que servirá de base para a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. O número corresponde a 13,8% dos 153.357 registros existentes no cadastro municipal.
Levantamento da Secretaria Municipal da Fazenda aponta que 19.308 dessas propriedades apresentam área construída maior que a informada anteriormente. Juntas, as diferenças somam 1.927.664,21 metros quadrados que não constavam na base de dados da prefeitura.
A revisão também adicionou 1.887 imóveis que nunca haviam sido cadastrados, incorporando outros 367.589,66 metros quadrados à área construída registrada oficialmente.
Segundo a pasta, os novos dados foram obtidos por meio de tecnologias de mapeamento urbano, como a aerofotogrametria, que geram imagens aéreas de alta resolução e permitem analisar alterações em edificações com maior precisão.
Antes da adoção dessas ferramentas, o cadastro dependia, principalmente, de informações prestadas pelos próprios contribuintes ou de vistorias presenciais da administração municipal, métodos considerados limitados diante da expansão da malha urbana de Palmas.
Entre as modificações mais frequentes identificadas estão construção de garagens, ampliações de cômodos, acréscimo de pavimentos e fechamento de varandas, mudanças que muitas vezes não eram comunicadas ao poder público e ficavam fora da base de cálculo do imposto por longos períodos.
Com a revisão, o município pretende aproximar o cadastro imobiliário da realidade física da cidade, aprimorando tanto a arrecadação do IPTU quanto o planejamento de políticas públicas.
Com informações de Sou de Palmas
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Esta página foi gerada pelo plugin
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!