Receita Federal equipara fintechs a bancos e amplia obrigação de reportar movimentações suspeitas

A Receita Federal publicou nova instrução normativa que passa a enquadrar as fintechs como instituições financeiras tradicionais. A medida foi oficializada no Diário Oficial da União após operação que revelou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e fraudes no mercado de combustíveis.

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Fiscalização reforçada

Com a mudança, as empresas de tecnologia financeira terão de enviar dados de seus clientes ao sistema e-Financeira, plataforma usada desde 2015 pelos bancos para repassar informações ao Fisco e ao Banco Central. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também recebe esses registros.

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Limites para envio de dados

O repasse é exigido quando os valores movimentados superam R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. O sistema consolida o total de entradas e saídas mensais por conta e por contribuinte, sem detalhar datas, tipos de operação ou a finalidade das transações.

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Motivação da Receita

Investigação recente da Receita Federal apontou que organizações criminosas, inclusive o Primeiro Comando da Capital (PCC), vinham utilizando fintechs para lavar dinheiro, aproveitando brechas regulatórias. Em alguns casos, empresas envolvidas no esquema compartilhavam o mesmo endereço.

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Obrigações adicionais

Além do envio periódico de informações, as fintechs terão de reforçar mecanismos de governança e monitorar operações fora do padrão. Transações consideradas atípicas deverão ser comunicadas ao Banco Central e ao Coaf, e o cliente precisará apresentar esclarecimentos.

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Imagem: Who is Danny

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a equiparação das fintechs aos bancos amplia a capacidade de fiscalização e fortalece a parceria entre Receita Federal e Polícia Federal no combate a esquemas sofisticados de lavagem de dinheiro.

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Com informações de Olhar Digital

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