PT troca vermelho por cores da bandeira em novas peças de TV e posiciona Lula como patriota para 2026

Brasília — O Partido dos Trabalhadores vai diminuir o vermelho tradicional e adotar verde, amarelo, azul e branco na segunda série de inserções partidárias que serão exibidas em outubro de 2025 na televisão aberta. A alteração visual pretende reforçar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como figura patriótica e já antecipa o tom da campanha pela reeleição em 2026.

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Quem produz e o que será mostrado

As peças são produzidas pela agência Leiaute, vinculada ao ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, responsável pelos programas de 2022. As imagens incluirão:

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  • a bandeira gigante do Brasil estendida na Avenida Paulista durante ato de 21 de setembro contra a anistia e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem;
  • trechos do discurso de Lula na 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU);
  • paisagens da Amazônia, do sertão, dos pampas e de centros urbanos.
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Motivação política

Segundo Éden Valadares, secretário de Comunicação do PT, as recentes manifestações de rua e as articulações do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos quebraram o “monopólio” dos símbolos nacionais pela direita, razão pela qual o partido decidiu investir nas cores da bandeira.

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Contraste com o rival

O discurso de Lula na ONU será exibido em contraste com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão dez dias antes da fala do atual chefe do Executivo em Nova Iorque.

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Temas e mensagens

A nova rodada de comerciais seguirá abordando propostas como:

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Imagem: Sílvio RibasBrasília

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  • isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil;
  • taxação BBB (bilionários, bancos e casas de apostas online);
  • redução da jornada na escala 6 × 1, tema que já apareceu na primeira leva focada nas mulheres em jornada dupla.
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Assuntos controversos, como a derrota da PEC que blindava parlamentares de processos criminais sem aval do Congresso, serão citados de forma discreta, informou a direção petista.

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A autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para inserções partidárias vai até o fim de outubro. A sigla pretende encerrar a série desta fase apresentando a agenda de “justiça tributária” e substituindo o discurso de “nós contra eles”.

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Com informações de Gazeta do Povo

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