Nos Estados Unidos, a combinação de água e eletricidade dentro do boxe é vista como um perigo a ser evitado. Por isso, o chuveiro elétrico – comum e econômico no Brasil – ganhou o apelido de “chuveiro da morte” entre norte-americanos e raramente é instalado em residências do país.
Segundo o Departamento de Energia dos EUA, a construção civil local prioriza sistemas de água quente centralizada. Caldeiras a gás, tanques elétricos ou aquecedores externos mantêm dezenas de galões em temperatura constante, eliminando a necessidade de componentes elétricos no banheiro.
Esse modelo garante pressão firme e temperatura estável, porém consome mais energia ao manter a água aquecida 24 horas por dia.
Três fatores sustentam a rejeição ao chuveiro elétrico:
Em muitos países da América Latina, adaptações sem aterramento adequado reforçaram a imagem de risco e renderam ao equipamento o termo “chuveiro do suicídio”. Entretanto, quando montado conforme as normas técnicas, o dispositivo brasileiro tem índice de acidentes considerado baixo.
Para instalar um chuveiro elétrico nos EUA seria necessário puxar um circuito dedicado de alta amperagem até o banheiro. Além do custo elevado, inspetores locais raramente aprovam esse tipo de equipamento por falta de certificação específica, o que mantém o aquecimento central como padrão predominante no país.
Mesmo com a segurança comprovada em território brasileiro, a soma de infraestrutura consolidada, códigos de obras rigorosos e receio cultural faz com que o chuveiro elétrico continue quase ausente dos lares norte-americanos.
Com informações de Olhar Digital
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