PSD amplia força nacional e tenta romper polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026

Fundado em 2011, o PSD chega às eleições de 2026 com a maior quantidade de prefeitos do país e seis governadores, posicionando-se como alternativa à disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

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Maior presença em prefeituras e governos estaduais

Nas eleições municipais de 2024, a sigla elegeu 891 prefeitos. Com novas filiações, assumiu também o topo do ranking de governadores: Ratinho Junior (PR), Raquel Lyra (PE), Fábio Mitidieri (SE), Eduardo Leite (RS), Ronaldo Caiado (GO) e Marcos Rocha (RO).

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Disputa interna pela candidatura presidencial

Ratinho Junior, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado disputam a indicação do partido ao Palácio do Planalto. A escolha deve ser anunciada até 25 de março. Pesquisa Quaest divulgada em 11 de março aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno.

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Participação em diferentes governos

Comandado por Gilberto Kassab, o PSD integrou as administrações de Dilma Rousseff, Michel Temer, Jair Bolsonaro e atualmente mantém três ministérios no governo Lula. Kassab também ocupa a Secretaria de Governo de São Paulo, na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos).

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Crescimento no Congresso

A bancada na Câmara passou de 35 deputados em 2018 para 42 em 2022 e soma hoje 47 parlamentares. O partido indica o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula (PSD-PE). No Senado, iniciou a legislatura de 2023 com 15 integrantes e mantém 14 senadores, a segunda maior representação, atrás apenas do PL.

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Estratégia de centro e alianças regionais

Com diretórios livres para firmar coligações, o PSD ocupa o espaço historicamente preenchido pelo MDB como partido pêndulo. Entre os exemplos estão o apoio à reeleição do prefeito Eduardo Paes (PSD) no Rio de Janeiro, o aval à chapa pura do PT na Bahia e a filiação do vice-governador mineiro Matheus Simões, ligado ao Novo.

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O objetivo central, segundo dirigentes e analistas, é ampliar as bancadas no Congresso e garantir poder de negociação na próxima legislatura, seja qual for o vencedor da eleição presidencial.

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Com informações de G1

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