OpenAI discute fornecimento de IA para a Otan após acordo de US$ 200 milhões com o Pentágono

A OpenAI iniciou tratativas com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para disponibilizar seus sistemas de inteligência artificial às redes da aliança militar, segundo informou o Wall Street Journal (WSJ).

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A conversa surge poucos dias depois de a empresa fechar um contrato de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para integrar grandes modelos de linguagem às atividades de inteligência do Pentágono.

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Redes não confidenciais no foco

De início, o diretor-executivo Sam Altman indicou que o projeto poderia envolver redes confidenciais da Otan. Posteriormente, uma porta-voz da companhia esclareceu ao WSJ que as negociações concentram-se apenas em redes não confidenciais — aquelas usadas para comunicações administrativas e dados que não representam risco de segurança nacional em caso de vazamento.

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Interesse estratégico

A aliança composta por 32 países vê a tecnologia da OpenAI como meio de agilizar o processamento de informações de inteligência. Para a startup, o acerto ampliaria a presença de produtos norte-americanos em decisões sobre futuras operações militares.

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Impacto de negociações anteriores

A aproximação da OpenAI com o setor de defesa ganhou força após a Anthropic recusar cláusulas do Pentágono que previam uso de IA em vigilância doméstica. O impasse levou o governo federal a classificar a empresa de Dario Amodei como risco à cadeia de suprimentos.

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Para firmar contratos militares, a OpenAI retirou de sua política a proibição explícita de aplicações bélicas, permitindo a integração do GPT-4 em infraestruturas de segurança nacional e análise de dados. Mesmo assim, a companhia atualizou termos para vetar vigilância doméstica de cidadãos norte-americanos.

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Reações internas

A decisão de colaborar com órgãos de defesa provocou críticas entre funcionários, pesquisadores e parte dos usuários, que temem a utilização da tecnologia em sistemas de vigilância em massa ou armamentos autônomos. Altman defendeu o alinhamento, afirmando que ganhos de eficiência militar podem beneficiar a humanidade, apesar de eventuais discordâncias sobre ações específicas.

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Com informações de Olhar Digital

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