Moraes manda segurança inspecionar celular de advogado durante acareação no STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que um agente de segurança do tribunal verificasse o celular do advogado Marcus Vinicius de Camargo Figueiredo na tarde de quinta-feira, 14 de agosto de 2025. O defensor atua no processo que apura a suposta trama golpista de 2022 e representa o general da reserva Mário Fernandes.

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O episódio ocorreu durante a acareação entre o ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), Mauro Cid, e o general Marcelo Câmara, ambos réus no inquérito. Moraes desconfiou que o advogado estivesse gravando a sessão sem autorização.

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Pergunta rejeitada

Segundo relatos, Figueiredo pediu a palavra para apresentar uma questão de ordem sobre o monitoramento da localização de Moraes no fim de 2022 e sua possível relação com o plano denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que previa o assassinato de autoridades, incluindo o próprio ministro, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP).

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Moraes negou o pedido, afirmando que não era o momento para intervenções da defesa. O advogado insistiu e solicitou que sua manifestação fosse registrada nos autos. O ministro então declarou que Figueiredo não poderia mais participar da sessão e ordenou a checagem do aparelho.

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Celular sem gravações

O advogado entregou o telefone e a senha ao segurança, que não encontrou registros de áudio ou vídeo da audiência. Após a verificação, o clima permaneceu tenso, com trocas de solicitações de respeito entre as partes. Moraes registrou em ata a negativa da questão de ordem.

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Imagem: Bruno Peres via gazetadopovo.com.br

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Acusações em curso

Mauro Cid e Marcelo Câmara respondem no STF pela participação na suposta conspiração golpista. Já o general Mário Fernandes está preso, apontado pela Polícia Federal como autor intelectual do plano “Punhal Verde e Amarelo”, embora ele afirme tratar-se apenas de “um pensamento digitalizado”, sem intenção de execução.

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O STF ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente relatado.

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Com informações de Gazeta do Povo

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